Foto Entrevista - Pierre

Diretor do SINDECON-RN fala sobre a nova nota de R$ 200,00

O Diretor do SINDECON-RN Robespierre do O’, fala sobre a criação da cédula de R$ 200,00, autorizado pelo Conselho Monetário Nacional está semana.
Com o anuncio homenageando o Lobo Guará, criou-se diversos movimentos especulativos como: a volta da inflação, facilitar a corrupção e outros.
A escolha do Lobo Guará deve-se a pesquisa realizada em 2001, onde as pessoas escolheram os animais da fauna brasileira a serem homenageados foram eles:
1- Tartaruga Marinha;
2- Mico Leão Dourado;
3- Logo Guará.

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Fórum de Servidores do RN se reúne com representantes do Governo do Estado

Em reunião do Fórum dos servidores do RN com a equipe governo  foram discutidos os seguintes pontos:

  • Após o pagamento do salário de novembro, o governo marcará nova data para o pagamento de dezembro e 13º salário de 2018.
  • Governo terminará de pagar o saldo de salário em atraso com a entrada de recursos extra.
  • O estado no pagamento de fevereiro, sairá em dia e será pago o salário de novembro de 2018.

A equipe de representantes do governo era composta pelos Secretários da Tributação Carlos Eduardo Xavier, da administração Economista Maria Virgínia Ferreira Lopes, Planejamento e Finanças Economista Aldemir Freire, Procurador geral do estado Luiz Antônio Marinho da Silva e do Controlador do Estado Sr. Pedro Lopes de Araújo Neto.

Dia 22/01, haverá nova reunião de membros do Governo com o Fórum. Nesta reunião o chefe do Gabinete o Economista Raimundo Alves Júnior, entregara cópia da minuta da proposta da Reforma da Previdência do estado a cada componente do Fórum, nesta minuta cada sindicato discutirá com a base e diretoria a proposta.

A reunião do dia 22/02, será no auditório da governadoria as 14 horas

O sindicato dos auditores-fiscais fará seminário dia 23/01, sobre a proposta de Reforma da Previdência do Estado.

Antonio Félix
Diretor sindical do SINDECON RN

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Foto dos representantes do Fórum dos Servidores, aguardando o início da reunião com os representantes do Governo.

rn

Conselho Regional de Economia elege nova diretoria Presidente e Vice-Presidente.

Em eleição por consensual realizada na sede do CORECON-RN elegeu Presidente e vice-presidente para o exercício 2020 foram eleitos os economistas Ricardo Valério e Cândido Gabriel. Os economistas desejam sucesso a nova diretoria.

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Economista Cândido Gabriel.

FOTO G1

Levantamento traz as 17 profissões mais demandadas no 1º semestre

Áreas mais demandadas são de planejamento financeiro, inovação e transformação digital, em atividades estratégicas de recursos humanos e da área comercial. A remuneração pode chegar a R$ 80 mil.

Levantamento da consultoria global de recrutamento especializado Michael Page mostra que os cargos mais procurados em posições de média e alta gerência no 1º semestre do ano foram das áreas de planejamento financeiro, inovação e transformação digital, em atividades estratégicas de recursos humanos e da área comercial. A remuneração pode chegar a R$ 80 mil.

Entre as características mais buscadas pelas empresas estão habilidades que favorecem os negócios no ambiente digital, capacidade de gestão de projetos, gosto pelo planejamento financeiro e orçamentário e boa desenvoltura em relacionamentos.

De acordo com Ricardo Basaglia, diretor-executivo da Michael Page, parte do PageGroup Brasil, o mapa corporativo do Brasil, que inclui eixo Rio-São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e parte do Nordeste, está sendo impactado positivamente pela forte transformação digital de todos os setores da economia, e profissionais da linha de frente desse movimento estão em alta.

Os departamentos de RH estão novamente aquecidos, tanto pelas razões estratégicas de contratação de pessoas, quanto para acolher a expansão de outras áreas. E mais dois setores tiveram forte expansão neste primeiro semestre, segundo ele: os cargos ligados à gestão financeira das companhias e algumas posições da área comercial.

“Quando o mercado volta a crescer, é natural que funções de finanças, recursos humanos e vendas liderem o processo”, avalia.

Veja abaixo os cargos mais demandados no primeiro semestre:

Supervisor de TI

  • O que faz: garante os bom funcionamento dos equipamentos e busca formas de usar a tecnologia para impactar positivamente as áreas e o resultado como um todo.
  • Perfil: profissionais de TI precisam cada vez mais entender sobre o negócio da empresa, participar e conhecer o planejamento das áreas.
  • Remuneração: R$ 9 mil a R$ 11 mil
  • Motivo para alta: demanda por profissionais multitarefas, com alto poder de comunicação e influência no ambiente corporativo.

Coordenador de FP&A (Planejamento e Análise Financeira)

  • O que faz: maior exigência é a alta capacidade de relacionamento interpessoal para se conectar a diferentes áreas da empresa, além de boa comunicação e um segundo ou terceiro idioma. É tipicamente o backup (reserva de segurança) direto do controller.
  • Perfil: ser capaz de analisar o resultado da empresa e propor melhorias baseadas em cenários financeiros são os maiores desafios da posição.
  • Remuneração: R$ 10 mil a R$ 15 mil
  • Motivo para alta: transações dentro do universo de finanças sofrem grande impacto durante a crise e ainda não viram o volume de posições ser retomado. Porém, áreas estratégicas são atualmente uma necessidade crítica dentro das empresas.

Coordenador de compras

  • O que faz: responsável pelo planejamento e negociação de insumos comprados por empresas ou indústrias.
  • Perfil: hoje precisam ser mais engajados nos negócios da empresa e são os principais agentes na redução de custo, tema central nas companhias.
  • Remuneração: R$ 8 mil a R$ 11 mil
  • Motivo para alta: as empresas buscaram reforçar seus times de compras tentando melhores negociações, mais controles no processo e uma gestão estratégica dos investimentos.

Coordenador/ especialista de M&A – fusões e aquisições nos mercados de energia, saúde, imobiliário

  • O que faz: em épocas de baixa de mercado, oportunidades de compra e venda se esfriam, porém, em momentos de retomada e confiança, essas oportunidades crescem muito.
  • Perfil: precisa ser muito capaz e possuir grande profundidade técnica, ter números e conhecimento de mercado na ponta da língua e uma visão de negócios acima da média.
  • Remuneração: R$ 10 mil a R$ 15 mil
  • Motivo para alta: profissionais que são competentes para analisar, avaliar e efetivamente conduzir processos de M&A são bem requisitados por segmentos que estão aquecidos.

Coordenador ou gerente de transformação digital

  • O que faz: colabora para a transformação digital na empresa instaurando um marketing voltado para desempenho e resultados, com foco em mídias online.
  • Perfil: profissionais não necessariamente com formação em marketing. O mais importante é que tenham habilidades em exatas e boa capacidade para gerenciar o ROI do departamento.
  • Remuneração: R$ 12 mil a R$ 18 mil
  • Motivo para alta: empresas de todos os setores da economia estão em processo de transformação digital, na maior parte dos casos, com foco na experiência do usuário. Esse profissional passa a ser essencial nessa fase de mudança. E deverá permanecer em alta até a consolidação desse processo.

Gerente de vendas canal indireto (segmento: bens de consumo)

  • O que faz: responsável pelos resultados dos distribuidores e sua força de vendas, e tem o desafio de motivar, treinar e gerenciar indiretamente a força de vendas dos distribuidores e/ou atacados.
  • Perfil: capaz de influenciar e convencer a força de vendas, com foco em priorizar a linha de produtos da empresa e garantir que os times atuem de forma estratégica no ponto de venda. Importante: devido à extensão do território nacional e alto número de pequenos varejos espalhados no país, uma das poucas soluções para garantir a presença nacional é a parceria com esses distribuidores.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 25 mil
  • Motivo para alta: as empresas de consumo estão demandando profissionais mais qualificados para atender esse canal, devido à complexidade das negociações com empresários que muitas vezes comandam distribuidoras com porte e faturamento superior as próprias indústrias.

Gerente de vendas – segmento energia

  • O que faz: responsável por identificar as oportunidades de negócio com geração, distribuição ou transmissão de energia.
  • Perfil: capacidade de planejar, treinar, avalia e motivar o time de vendas.
  • É uma posição vital para a sobrevivência e o crescimento da empresa.
  • Remuneração: R$ 18 mil a R$ 25 mil
  • Motivo para alta: o mercado de energia está cada vez mais competitivo, por isso, várias empresas do setor estão se movimentando para aproveitar essa oportunidade. Há posições dentro do segmento do mercado livre de energia, fabricantes de equipamentos e também as empresas EPCistas desenvolvendo soluções de engenharia para geração, distribuição e transmissão de energia.

Gerente de desenvolvimento de novos negócios (logística)

  • O que faz: atua com o desenvolvimento de negócios multimodais (articulação entre vários canais de transporte).
  • Perfil: neste momento o setor precisa de profissionais com experiência em desenvolver negócios logísticos em multimercados, orientados para aumentar o número de clientes e elevar a margem de lucro das companhias.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 25 mil
  • Motivo para alta: os operadores logísticos sofreram com a crise desde o ano passado, pois as grandes contas diminuíram o volume ou prorrogaram o prazo de pagamento. Por conta desse cenário, as empresas diversificaram suas áreas de atuação e atacaram os clientes de médio porte oferecendo soluções customizadas.

Gerente de canais (tecnologia)

  • O que faz: qualifica, treina, desenvolve e apoia os parceiros de negócios para atendimento aos clientes na região.
  • Perfil: capacidade de gerar expansão comercial, criar estratégias e políticas comerciais para canais de vendas de serviços. É importante prever plataformas de ofertas e plataformas digitais.
  • Remuneração: R$ 12 mil a R$ 18 mil
  • Motivo para alta: desde o ano passado aumentou significativamente o número de empresas que vieram para o Brasil com a necessidade de atuar por meio de canais e outras com a exigência de mudar a operação do país e, assim, começar a atuar em formato de parceria.

Gerente de assuntos regulatórios

  • O que faz: entre outras demandas, cumprir os requisitos formulados pela Anvisa para os processos de registro, reunindo a documentação necessária. É fundamental informar a empresa sobre a publicação de qualquer registro, renovação ou alteração. Terá de apoiar outras áreas da empresa em questões regulatórias.
  • Perfil: farmacêuticos e químicos que optaram por uma carreira corporativa e técnica.
  • Remuneração: R$ 16 mil a R$ 22 mil
  • Motivo para alta: as empresas estão em fase de lançamentos de produtos e renovação de registros. Estão lidando com muitas cobranças das áreas técnicas e regulatórias.

Gerente de operação de franquias

  • O que faz: gerencia o grupo de franquias trazendo processos de gestão e acompanhamento de resultados onde busca-se a coerência no modelo de operação.
  • Perfil: profissionais com experiência em franquias com capacidade de gerenciar grandes times com significativo volume de informações.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 25 mil
  • Motivo para alta: muitas empresas expandiram o número de franqueados nos anos anteriores e agora precisam manter o ritmo da operação.

Gerente de crédito

  • O que faz: é responsável pelos pilares de modelagem, cobrança e políticas internas. Desenvolve e gerencia as estratégias dos produtos de crédito em linha com as diretrizes da instituição financeira, sempre buscando mitigar riscos de mercado, liquidez e operacional.
  • Perfil: profissionais com background voltado em instituições financeiras, com perfil analítico e de execução.
  • Remuneração: R$ 16 mil a R$ 20 mil (considerando uma reunião mensal), dependendo do porte da empresa.
  • Motivo para alta: com a crise e altos índices de inadimplência no mercado, as instituições financeiras estão tendo que redefinir suas políticas e estratégias de crédito procurando mitigar riscos e melhores práticas de mercado.

Gerente de planejamento financeiro

  • O que faz: é responsável por consolidar resultados corporativos, elaborar orçamento e previsão de vendas, fazendo interpretações e relatórios sobre variações e atingimento de metas para a diretoria ou matriz.
  • Perfil: geralmente mais sofisticados, com conhecimento fluente de outros idiomas como inglês e espanhol, além de boa formação acadêmica. Do ponto de vista comportamental, são profissionais que complementam o perfil analítico tradicional de finanças, com competências de influência, boa comunicação e relacionamento interpessoal.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 35 mil
  • Motivo para alta: após um período de crise, as empresas concentraram-se na organização de processos, melhoria do compliance e redução de custos. Neste ano, as companhias voltaram a pensar em seus objetivos de médio prazo, fazendo análises de novos produtos e serviços a serem lançados nos próximos anos.

Head de recursos humanos (diretor/gerente)

  • O que faz: primeira pessoa de RH, responsável pela implantação da área, principalmente Talent Management. Definição de cultura e valores e rápido retorno ao negócio.
  • Perfil: mentalidade de business partner e perfil de análise. Experiência em empresas com alta maturidade de RH e vivência em estruturação de produtos.
  • Remuneração: R$ 20 mil a R$ 30 mil
  • Motivo para alta: quem puxou o crescimento dessa posição foram as startups, com o aporte de investidores.

Controller

  • O que faz: responsável pelos controles financeiros e relatórios da companhia, garantindo que os processos das áreas envolvidas estejam alinhados e funcionando da melhor forma.
  • Perfil: as atividades variam muito entre empresas e, geralmente, envolvem rotinas voltadas às áreas de contabilidade, controladoria, planejamento financeiro e acompanhamento de processos internos.
  • Perfil: normalmente profissionais que tenham iniciado sua carreira em posições contábeis ou de controladoria. Apresentam perfis técnicos e bastante analíticos.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 35 mil
  • Motivo para alta: empresas que enfrentaram a necessidade de diminuir cargos importantes durante a crise dos últimos anos vêm apresentando um crescimento importante, aumentando a necessidade de buscar profissionais sêniores e com visão mais abrangente.

CFO – diretor de finanças

  • O que faz: responsável por gerenciar as operações financeiras e mitigar os riscos do negócio, dando suporte direto no desenvolvimento de estratégias para a empresa e contribuindo na tomada de decisões. Normalmente, as áreas de controladoria, contabilidade, planejamento financeiro, tesouraria e auditoria ficam sob sua gestão.
  • Perfil: profissionais que já tenham tido experiência sólida em alguma área de finanças, como tesouraria ou planejamento financeiro, e que ao longo de sua carreira foi agregando mais funções ao cargo. O profissional costuma chegar à cadeira de diretoria por ter uma visão ampla e estratégica do negócio, bom relacionamento interpessoal, além de boa formação e conhecimento de idiomas.
  • Remuneração: R$ 20 mil a R$ 80 mil
  • Motivo para alta: ao longo dos últimos 10 anos o perfil demandado do CFO teve modificações, onde as empresas passaram a demandar um profissional que tenha background sólido em controles e processos, por exemplo. Com a retomada de mercado, entende-se que o CFO com visão mais estratégica e voltado ao negócio também volte a ser requisitado.

Sócio de contencioso cível – direito

  • O que faz: coordena equipes de advogados processualistas e atua com profundo conhecimento técnico na esfera cível. Além disso, normalmente, é responsável por captar clientes e manter a relação próxima. Muitas vezes também deve cuidar de atividades administrativas do escritório.
  • Perfil: empresas buscam profissionais de perfil sênior, tanto com experiência técnica de longo período como com excelente leitura de mercado e relação com clientes e profissionais de sua área. É uma posição que exige alta influência.
  • Remuneração: R$ 20 mil a R$ 50 mil
  • Motivo para alta: em momentos de crise e de baixa circulação de dinheiro, a tendência é que os conflitos e as disputas aumentem, o que gera também mais processos. E como ainda se vive um momento de instabilidade econômica e política, a posição está em alta.

Fonte: g1.globo.com

https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2018/08/24/levantamento-traz-as-17-profissoes-mais-demandadas-no-1o-semestre.ghtml

SINDECON-RN - CONVOCAÇÃO - 2X3,5 - 14-06-17

SINDECON convida os economistas

cnpl

CNPL mobiliza entidades sindicais contra a defasagem de 83,12% da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física

A Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL) mobiliza as 28 federações e 500 sindicatos de profissionais liberais em todo o país contra a defasagem da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física. Desde 1996, a tabela está defasada em 83,12%. Os trabalhadores que ganham até R$ 3.456,92 por mês deveriam estar isentos do Imposto de Renda, em contrapartida, a cada ano, o contribuinte está pagando mais Imposto de Renda porque as correções não recompõem as perdas de duas décadas.

É de extrema urgência reajustar a tabela para que a defasagem não funcione como um mecanismo de injustiça tributária. Se a tabela fosse corrigida pelos índices de inflação acumulados, a faixa de isenção para o Imposto de Renda seria até R$ 3.460,50. Atualmente, estão isentos todos os contribuintes que possuem renda tributável mensal acima de R$ 1.903,98.

Além disso, o ônus de não corrigir a tabela sobrecarrega os contribuintes com menor rendimento salarial. Os contribuintes que têm rendimento tributável de R$ 4 mil são obrigados a um recolhimento mensal R$ 223,41 maior do que se a tabela fosse corrigida pela inflação, ou seja, um valor 547,84% acima do que seria correto. Já os contribuintes com renda mensal tributável de R$ 10 mil pagam 62,03% a mais do que deveriam.

A não correção da tabela do IR pela inflação anual impacta também nas deduções permitidas por lei, que não correspondem à realidade dos gastos necessários. O desconto permitido por dependente, por exemplo, atualmente é de R$ 189,59 por mês (R$ 2.275,08 por ano). Se fosse atualizado pela inflação anual, deveria estar em R$ 347,18 mensais (R$ 4.166,16 anuais), aponta o levantamento. A dedução permitida das despesas com educação, pela tabela válida para o ano de 2016, foi de R$ 3.561,60. Esse valor seria elevado para R$ 6.521,85, se fosse reposta a defasagem inflacionária até o final deste ano.

A defasagem da tabela tem repercussão sobre diversas faixas de contribuintes. Entre 1996 e 2016, a inflação acumulada de 283,87% foi mais que o dobro da correção promovida pelo governo federal na tabela (109,63%). Neste ano, a Receita Federal divulgou a tabela do Imposto de Renda com um aumento de 5%, metade da inflação registrada entre os anos de 2015 e 2016. (Com informações dos portais: Isto É dinheiro, Sindifisco Nacional, Receita Federal e Em.com Economia)

FONTE: http://www.cnpl.org.br/new/index.php/81-destaque/1131-cnpl-mobiliza-base-filiada-contra-a-defasagem-de-83-12-da-tabela-do-imposto-de-renda-da-pessoa-fisica

repudio

NOTA DE REPÚDIO – SINDECON/RN – CORECON/RN – SINDCONT/RN

NOTA DE REPUDIO

O Sindicato dos Economistas no Estado do Rio Grande do Norte, Sindicato dos Contadores do Rio Grande do Norte e Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte, vem a sociedade se pronunciar sobre a posição do Governo do Estado de demitir funcionários não estáveis e aumentar salários de cargos comissionados.
Todos os norte-rio-grandenses, acompanham a deterioração fiscal do Estado, apesar de aumentos constantes de arrecadação própria, o que tem provocado desarranjo das politicas públicas estaduais, na área da saúde, educação, segurança, funcionalismo e investimento. A situação é crítica, e encontrar solução para tal é imprescindível, mas buscar a solução através da demissão de servidores públicos não estáveis não é adequada ao momento e sim a mais simples.
Necessário buscar conciliação que envolva todos os atores, de forma a trabalhar para formar um consenso e assim atingir o equilíbrio fiscal. Fazer os servidores pagarem a conta deste desequilíbrio, que eles não provocaram ao longo dos anos é no mínimo errônea.

Natal, 07 de março de 2017.
SINDECON/RN CORECON/RN SINDCONT/RN

 

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O CORECON/RN E O SINDECON/RN, em parceria com o DEPEC/UFRN, participaram da aula inaugural do Curso de Economia

O CORECON/RN E O SINDECON/RN, em parceria com o DEPEC/UFRN, participaram da aula inaugural do Curso de Economia com a Palestra do professor Marcelo Dias Carcanholo, da Universidade Federal Fluminense (UFF), com o tema “Encruzilhado da Economia Brasileira”, ontem, 23/02/2017, no Auditório do NEPSA 1, do CCSA/UFRN. Na ocasião os representantes do CORECON/RN, Pres. Ricardo Valério e SINDECON/RN, Dir. Financeiro Robespierre do O’, falaram oara os alunos sobre a Profissão do Economista e os seus desafios.

 

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O Conselho Regional de Economia-Corecon/RN e o Sindicato dos Economistas foram recebidos em audiência nesta terça( 24) no Tribunal de Justiça do RN

O Conselho Regional de Economia-Corecon/RN e o Sindicato dos Economistas foram recebidos em audiência nesta terça( 24) no Tribunal de Justiça do RN, Concedida pelo novo Presidente do TJ Desembargador Expedito Ferreira de Souza, onde na ocasião foram tratados diversas parceiras e acordos operacionais que os Economistas Potiguares poderão vim a desenvolver em relação às perícias Judiciais, RPV’s e na atualizações de processos de URV’s, entre outros serviços, que os economistas filiados as suas entidades de classe poderão está prestando com o apoio do CORECON e Sindecon. A
Parceira deve se estender também ao interior do Estado e possivelmente envolver os estudantes de economia da UFRN e UERN, notadamente atuando no interior do Estado onde as comarcas são mais desprovidas de auxiliares.
Na ocasião ficou sinalizado que os Economistas irão desenvolver também , trabalho voluntário de Educação Financeira para os servidores do TJ, com vistas a melhor prepará-los para os desafios de uma boa Administração dos orçamentos familiares e estimula-los para a realização de poupanças em previdências privadas complementares para que uma futura e tranquila aposentadoria dos servidores da casa. O Presidente Expedito Ferreira estava acompanhado na ocasião dos assessores da Presidência os Doutores Juizes auxiliares João Eduardo Ribeiro e Valentina Helena Damaceno e pelo Corecon estiveram presentes o Presidente Ricardo Valério Menezes e pelo Sindecon o seu Presidente Sérgio Aragão e diretor RobsonPierre.
As referidas audiências fazem partes dos planos de trabalhos das entidades dos Economistas em busca de estreitamento e amplic

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Diretoria do SINDECON-RN e CORECON reune-se Chefe de Departamento do curso de Economia da UFRN Francisco Wellington

Diretoria do SINDECON-RN e CORECON reúne-se Chefe de Departamento do curso de Economia da UFRN Francisco Wellington, para conversa sobre estágio para estudante economia, assessoria financeira para os professores, curso de extensão, convênio.
Estavam presentes Presidente Sergio Aragão, Ricardo Valério, Diretores Flavio Kaue, Robespierre e a conselheira Suerda.

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Reunião realizada na sede do Tribunal Regional Federal, com o Juiz Federal Marcelo Bruno Diretor do Fórum

Reunião realizada no dia 12/01, na sete do Tribunal Regional Federal, com o Juiz Federal Marcelo Bruno Diretor do Fórum estavam presentes o Presidente do SINDECON-RN e Conselheiro Suplente do CORECON-RN Sergio Aragão, o Vice presidente do SINDECON-RN Airton Costa, o Diretor Financeiro Robespierre do O” e a Diretora Administrativa Maria Amelia.
Entre os assuntos tratados foram: A questão da pericia para o profissional de economia, estagio para estudante de economia e palestra sobre educação financeira.
O presidente do Sindicato e Conselheiro Suplente Sergio Aragão argumentou a necessidade de abertura, para o economistas a exemplo do trabalho que vem sendo realizado no Tribunal de Justiça do Estado do RN, onde os economistas estão trabalhando como peritos tendo realizado diversas pericias.
O Exmo Sr. Marcelo Bruno argumentou da necessidade de mais profissionais estarem disponíveis para realização de pericias se mostrando com muito interesse já que as varas federais necessitam de profissionais, acrescentou com a possibilidade de abertura de vagas para os estudantes de economia e que as palestra sobre educação financeira serão muito bem vindas para orientação dos servidores.
Aos economistas interessado em se inscrever na JUSTIÇA FEDERAL, para atuar como perito encaminho o site e o telefone de contato do responsável:
 
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O Presidente Sergio Aragão tomou posse como conselheiro no Conselho de Economia.

O Presidente Sergio Aragão tomou posse como conselheiro no Conselho de Economia.

Novos conselheiros da esquerda para direita: RAIMUNDO INÁCIO DA SILVA FILHO, Ricardo Valerio, LEOVIGILDO CAVALCANTI DE A. NETO, FRANCISCA SUERDA SOARES DE OLIVEIRA, Francisco de Assis, Marcos Frederico, Celso Arnaldo, HELDER CAVALCANTI VIEIRA Sergio Cunha de Aragão Mendes, Ivanaldo, Candido Gabriel.