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Levantamento traz as 17 profissões mais demandadas no 1º semestre

Áreas mais demandadas são de planejamento financeiro, inovação e transformação digital, em atividades estratégicas de recursos humanos e da área comercial. A remuneração pode chegar a R$ 80 mil.

Levantamento da consultoria global de recrutamento especializado Michael Page mostra que os cargos mais procurados em posições de média e alta gerência no 1º semestre do ano foram das áreas de planejamento financeiro, inovação e transformação digital, em atividades estratégicas de recursos humanos e da área comercial. A remuneração pode chegar a R$ 80 mil.

Entre as características mais buscadas pelas empresas estão habilidades que favorecem os negócios no ambiente digital, capacidade de gestão de projetos, gosto pelo planejamento financeiro e orçamentário e boa desenvoltura em relacionamentos.

De acordo com Ricardo Basaglia, diretor-executivo da Michael Page, parte do PageGroup Brasil, o mapa corporativo do Brasil, que inclui eixo Rio-São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e parte do Nordeste, está sendo impactado positivamente pela forte transformação digital de todos os setores da economia, e profissionais da linha de frente desse movimento estão em alta.

Os departamentos de RH estão novamente aquecidos, tanto pelas razões estratégicas de contratação de pessoas, quanto para acolher a expansão de outras áreas. E mais dois setores tiveram forte expansão neste primeiro semestre, segundo ele: os cargos ligados à gestão financeira das companhias e algumas posições da área comercial.

“Quando o mercado volta a crescer, é natural que funções de finanças, recursos humanos e vendas liderem o processo”, avalia.

Veja abaixo os cargos mais demandados no primeiro semestre:

Supervisor de TI

  • O que faz: garante os bom funcionamento dos equipamentos e busca formas de usar a tecnologia para impactar positivamente as áreas e o resultado como um todo.
  • Perfil: profissionais de TI precisam cada vez mais entender sobre o negócio da empresa, participar e conhecer o planejamento das áreas.
  • Remuneração: R$ 9 mil a R$ 11 mil
  • Motivo para alta: demanda por profissionais multitarefas, com alto poder de comunicação e influência no ambiente corporativo.

Coordenador de FP&A (Planejamento e Análise Financeira)

  • O que faz: maior exigência é a alta capacidade de relacionamento interpessoal para se conectar a diferentes áreas da empresa, além de boa comunicação e um segundo ou terceiro idioma. É tipicamente o backup (reserva de segurança) direto do controller.
  • Perfil: ser capaz de analisar o resultado da empresa e propor melhorias baseadas em cenários financeiros são os maiores desafios da posição.
  • Remuneração: R$ 10 mil a R$ 15 mil
  • Motivo para alta: transações dentro do universo de finanças sofrem grande impacto durante a crise e ainda não viram o volume de posições ser retomado. Porém, áreas estratégicas são atualmente uma necessidade crítica dentro das empresas.

Coordenador de compras

  • O que faz: responsável pelo planejamento e negociação de insumos comprados por empresas ou indústrias.
  • Perfil: hoje precisam ser mais engajados nos negócios da empresa e são os principais agentes na redução de custo, tema central nas companhias.
  • Remuneração: R$ 8 mil a R$ 11 mil
  • Motivo para alta: as empresas buscaram reforçar seus times de compras tentando melhores negociações, mais controles no processo e uma gestão estratégica dos investimentos.

Coordenador/ especialista de M&A – fusões e aquisições nos mercados de energia, saúde, imobiliário

  • O que faz: em épocas de baixa de mercado, oportunidades de compra e venda se esfriam, porém, em momentos de retomada e confiança, essas oportunidades crescem muito.
  • Perfil: precisa ser muito capaz e possuir grande profundidade técnica, ter números e conhecimento de mercado na ponta da língua e uma visão de negócios acima da média.
  • Remuneração: R$ 10 mil a R$ 15 mil
  • Motivo para alta: profissionais que são competentes para analisar, avaliar e efetivamente conduzir processos de M&A são bem requisitados por segmentos que estão aquecidos.

Coordenador ou gerente de transformação digital

  • O que faz: colabora para a transformação digital na empresa instaurando um marketing voltado para desempenho e resultados, com foco em mídias online.
  • Perfil: profissionais não necessariamente com formação em marketing. O mais importante é que tenham habilidades em exatas e boa capacidade para gerenciar o ROI do departamento.
  • Remuneração: R$ 12 mil a R$ 18 mil
  • Motivo para alta: empresas de todos os setores da economia estão em processo de transformação digital, na maior parte dos casos, com foco na experiência do usuário. Esse profissional passa a ser essencial nessa fase de mudança. E deverá permanecer em alta até a consolidação desse processo.

Gerente de vendas canal indireto (segmento: bens de consumo)

  • O que faz: responsável pelos resultados dos distribuidores e sua força de vendas, e tem o desafio de motivar, treinar e gerenciar indiretamente a força de vendas dos distribuidores e/ou atacados.
  • Perfil: capaz de influenciar e convencer a força de vendas, com foco em priorizar a linha de produtos da empresa e garantir que os times atuem de forma estratégica no ponto de venda. Importante: devido à extensão do território nacional e alto número de pequenos varejos espalhados no país, uma das poucas soluções para garantir a presença nacional é a parceria com esses distribuidores.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 25 mil
  • Motivo para alta: as empresas de consumo estão demandando profissionais mais qualificados para atender esse canal, devido à complexidade das negociações com empresários que muitas vezes comandam distribuidoras com porte e faturamento superior as próprias indústrias.

Gerente de vendas – segmento energia

  • O que faz: responsável por identificar as oportunidades de negócio com geração, distribuição ou transmissão de energia.
  • Perfil: capacidade de planejar, treinar, avalia e motivar o time de vendas.
  • É uma posição vital para a sobrevivência e o crescimento da empresa.
  • Remuneração: R$ 18 mil a R$ 25 mil
  • Motivo para alta: o mercado de energia está cada vez mais competitivo, por isso, várias empresas do setor estão se movimentando para aproveitar essa oportunidade. Há posições dentro do segmento do mercado livre de energia, fabricantes de equipamentos e também as empresas EPCistas desenvolvendo soluções de engenharia para geração, distribuição e transmissão de energia.

Gerente de desenvolvimento de novos negócios (logística)

  • O que faz: atua com o desenvolvimento de negócios multimodais (articulação entre vários canais de transporte).
  • Perfil: neste momento o setor precisa de profissionais com experiência em desenvolver negócios logísticos em multimercados, orientados para aumentar o número de clientes e elevar a margem de lucro das companhias.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 25 mil
  • Motivo para alta: os operadores logísticos sofreram com a crise desde o ano passado, pois as grandes contas diminuíram o volume ou prorrogaram o prazo de pagamento. Por conta desse cenário, as empresas diversificaram suas áreas de atuação e atacaram os clientes de médio porte oferecendo soluções customizadas.

Gerente de canais (tecnologia)

  • O que faz: qualifica, treina, desenvolve e apoia os parceiros de negócios para atendimento aos clientes na região.
  • Perfil: capacidade de gerar expansão comercial, criar estratégias e políticas comerciais para canais de vendas de serviços. É importante prever plataformas de ofertas e plataformas digitais.
  • Remuneração: R$ 12 mil a R$ 18 mil
  • Motivo para alta: desde o ano passado aumentou significativamente o número de empresas que vieram para o Brasil com a necessidade de atuar por meio de canais e outras com a exigência de mudar a operação do país e, assim, começar a atuar em formato de parceria.

Gerente de assuntos regulatórios

  • O que faz: entre outras demandas, cumprir os requisitos formulados pela Anvisa para os processos de registro, reunindo a documentação necessária. É fundamental informar a empresa sobre a publicação de qualquer registro, renovação ou alteração. Terá de apoiar outras áreas da empresa em questões regulatórias.
  • Perfil: farmacêuticos e químicos que optaram por uma carreira corporativa e técnica.
  • Remuneração: R$ 16 mil a R$ 22 mil
  • Motivo para alta: as empresas estão em fase de lançamentos de produtos e renovação de registros. Estão lidando com muitas cobranças das áreas técnicas e regulatórias.

Gerente de operação de franquias

  • O que faz: gerencia o grupo de franquias trazendo processos de gestão e acompanhamento de resultados onde busca-se a coerência no modelo de operação.
  • Perfil: profissionais com experiência em franquias com capacidade de gerenciar grandes times com significativo volume de informações.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 25 mil
  • Motivo para alta: muitas empresas expandiram o número de franqueados nos anos anteriores e agora precisam manter o ritmo da operação.

Gerente de crédito

  • O que faz: é responsável pelos pilares de modelagem, cobrança e políticas internas. Desenvolve e gerencia as estratégias dos produtos de crédito em linha com as diretrizes da instituição financeira, sempre buscando mitigar riscos de mercado, liquidez e operacional.
  • Perfil: profissionais com background voltado em instituições financeiras, com perfil analítico e de execução.
  • Remuneração: R$ 16 mil a R$ 20 mil (considerando uma reunião mensal), dependendo do porte da empresa.
  • Motivo para alta: com a crise e altos índices de inadimplência no mercado, as instituições financeiras estão tendo que redefinir suas políticas e estratégias de crédito procurando mitigar riscos e melhores práticas de mercado.

Gerente de planejamento financeiro

  • O que faz: é responsável por consolidar resultados corporativos, elaborar orçamento e previsão de vendas, fazendo interpretações e relatórios sobre variações e atingimento de metas para a diretoria ou matriz.
  • Perfil: geralmente mais sofisticados, com conhecimento fluente de outros idiomas como inglês e espanhol, além de boa formação acadêmica. Do ponto de vista comportamental, são profissionais que complementam o perfil analítico tradicional de finanças, com competências de influência, boa comunicação e relacionamento interpessoal.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 35 mil
  • Motivo para alta: após um período de crise, as empresas concentraram-se na organização de processos, melhoria do compliance e redução de custos. Neste ano, as companhias voltaram a pensar em seus objetivos de médio prazo, fazendo análises de novos produtos e serviços a serem lançados nos próximos anos.

Head de recursos humanos (diretor/gerente)

  • O que faz: primeira pessoa de RH, responsável pela implantação da área, principalmente Talent Management. Definição de cultura e valores e rápido retorno ao negócio.
  • Perfil: mentalidade de business partner e perfil de análise. Experiência em empresas com alta maturidade de RH e vivência em estruturação de produtos.
  • Remuneração: R$ 20 mil a R$ 30 mil
  • Motivo para alta: quem puxou o crescimento dessa posição foram as startups, com o aporte de investidores.

Controller

  • O que faz: responsável pelos controles financeiros e relatórios da companhia, garantindo que os processos das áreas envolvidas estejam alinhados e funcionando da melhor forma.
  • Perfil: as atividades variam muito entre empresas e, geralmente, envolvem rotinas voltadas às áreas de contabilidade, controladoria, planejamento financeiro e acompanhamento de processos internos.
  • Perfil: normalmente profissionais que tenham iniciado sua carreira em posições contábeis ou de controladoria. Apresentam perfis técnicos e bastante analíticos.
  • Remuneração: R$ 15 mil a R$ 35 mil
  • Motivo para alta: empresas que enfrentaram a necessidade de diminuir cargos importantes durante a crise dos últimos anos vêm apresentando um crescimento importante, aumentando a necessidade de buscar profissionais sêniores e com visão mais abrangente.

CFO – diretor de finanças

  • O que faz: responsável por gerenciar as operações financeiras e mitigar os riscos do negócio, dando suporte direto no desenvolvimento de estratégias para a empresa e contribuindo na tomada de decisões. Normalmente, as áreas de controladoria, contabilidade, planejamento financeiro, tesouraria e auditoria ficam sob sua gestão.
  • Perfil: profissionais que já tenham tido experiência sólida em alguma área de finanças, como tesouraria ou planejamento financeiro, e que ao longo de sua carreira foi agregando mais funções ao cargo. O profissional costuma chegar à cadeira de diretoria por ter uma visão ampla e estratégica do negócio, bom relacionamento interpessoal, além de boa formação e conhecimento de idiomas.
  • Remuneração: R$ 20 mil a R$ 80 mil
  • Motivo para alta: ao longo dos últimos 10 anos o perfil demandado do CFO teve modificações, onde as empresas passaram a demandar um profissional que tenha background sólido em controles e processos, por exemplo. Com a retomada de mercado, entende-se que o CFO com visão mais estratégica e voltado ao negócio também volte a ser requisitado.

Sócio de contencioso cível – direito

  • O que faz: coordena equipes de advogados processualistas e atua com profundo conhecimento técnico na esfera cível. Além disso, normalmente, é responsável por captar clientes e manter a relação próxima. Muitas vezes também deve cuidar de atividades administrativas do escritório.
  • Perfil: empresas buscam profissionais de perfil sênior, tanto com experiência técnica de longo período como com excelente leitura de mercado e relação com clientes e profissionais de sua área. É uma posição que exige alta influência.
  • Remuneração: R$ 20 mil a R$ 50 mil
  • Motivo para alta: em momentos de crise e de baixa circulação de dinheiro, a tendência é que os conflitos e as disputas aumentem, o que gera também mais processos. E como ainda se vive um momento de instabilidade econômica e política, a posição está em alta.

Fonte: g1.globo.com

https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2018/08/24/levantamento-traz-as-17-profissoes-mais-demandadas-no-1o-semestre.ghtml

SINDECON-RN - CONVOCAÇÃO - 2X3,5 - 14-06-17

SINDECON convida os economistas

cnpl

CNPL mobiliza entidades sindicais contra a defasagem de 83,12% da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física

A Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL) mobiliza as 28 federações e 500 sindicatos de profissionais liberais em todo o país contra a defasagem da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física. Desde 1996, a tabela está defasada em 83,12%. Os trabalhadores que ganham até R$ 3.456,92 por mês deveriam estar isentos do Imposto de Renda, em contrapartida, a cada ano, o contribuinte está pagando mais Imposto de Renda porque as correções não recompõem as perdas de duas décadas.

É de extrema urgência reajustar a tabela para que a defasagem não funcione como um mecanismo de injustiça tributária. Se a tabela fosse corrigida pelos índices de inflação acumulados, a faixa de isenção para o Imposto de Renda seria até R$ 3.460,50. Atualmente, estão isentos todos os contribuintes que possuem renda tributável mensal acima de R$ 1.903,98.

Além disso, o ônus de não corrigir a tabela sobrecarrega os contribuintes com menor rendimento salarial. Os contribuintes que têm rendimento tributável de R$ 4 mil são obrigados a um recolhimento mensal R$ 223,41 maior do que se a tabela fosse corrigida pela inflação, ou seja, um valor 547,84% acima do que seria correto. Já os contribuintes com renda mensal tributável de R$ 10 mil pagam 62,03% a mais do que deveriam.

A não correção da tabela do IR pela inflação anual impacta também nas deduções permitidas por lei, que não correspondem à realidade dos gastos necessários. O desconto permitido por dependente, por exemplo, atualmente é de R$ 189,59 por mês (R$ 2.275,08 por ano). Se fosse atualizado pela inflação anual, deveria estar em R$ 347,18 mensais (R$ 4.166,16 anuais), aponta o levantamento. A dedução permitida das despesas com educação, pela tabela válida para o ano de 2016, foi de R$ 3.561,60. Esse valor seria elevado para R$ 6.521,85, se fosse reposta a defasagem inflacionária até o final deste ano.

A defasagem da tabela tem repercussão sobre diversas faixas de contribuintes. Entre 1996 e 2016, a inflação acumulada de 283,87% foi mais que o dobro da correção promovida pelo governo federal na tabela (109,63%). Neste ano, a Receita Federal divulgou a tabela do Imposto de Renda com um aumento de 5%, metade da inflação registrada entre os anos de 2015 e 2016. (Com informações dos portais: Isto É dinheiro, Sindifisco Nacional, Receita Federal e Em.com Economia)

FONTE: http://www.cnpl.org.br/new/index.php/81-destaque/1131-cnpl-mobiliza-base-filiada-contra-a-defasagem-de-83-12-da-tabela-do-imposto-de-renda-da-pessoa-fisica

repudio

NOTA DE REPÚDIO – SINDECON/RN – CORECON/RN – SINDCONT/RN

NOTA DE REPUDIO

O Sindicato dos Economistas no Estado do Rio Grande do Norte, Sindicato dos Contadores do Rio Grande do Norte e Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte, vem a sociedade se pronunciar sobre a posição do Governo do Estado de demitir funcionários não estáveis e aumentar salários de cargos comissionados.
Todos os norte-rio-grandenses, acompanham a deterioração fiscal do Estado, apesar de aumentos constantes de arrecadação própria, o que tem provocado desarranjo das politicas públicas estaduais, na área da saúde, educação, segurança, funcionalismo e investimento. A situação é crítica, e encontrar solução para tal é imprescindível, mas buscar a solução através da demissão de servidores públicos não estáveis não é adequada ao momento e sim a mais simples.
Necessário buscar conciliação que envolva todos os atores, de forma a trabalhar para formar um consenso e assim atingir o equilíbrio fiscal. Fazer os servidores pagarem a conta deste desequilíbrio, que eles não provocaram ao longo dos anos é no mínimo errônea.

Natal, 07 de março de 2017.
SINDECON/RN CORECON/RN SINDCONT/RN

 

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O CORECON/RN E O SINDECON/RN, em parceria com o DEPEC/UFRN, participaram da aula inaugural do Curso de Economia

O CORECON/RN E O SINDECON/RN, em parceria com o DEPEC/UFRN, participaram da aula inaugural do Curso de Economia com a Palestra do professor Marcelo Dias Carcanholo, da Universidade Federal Fluminense (UFF), com o tema “Encruzilhado da Economia Brasileira”, ontem, 23/02/2017, no Auditório do NEPSA 1, do CCSA/UFRN. Na ocasião os representantes do CORECON/RN, Pres. Ricardo Valério e SINDECON/RN, Dir. Financeiro Robespierre do O’, falaram oara os alunos sobre a Profissão do Economista e os seus desafios.

 

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O Conselho Regional de Economia-Corecon/RN e o Sindicato dos Economistas foram recebidos em audiência nesta terça( 24) no Tribunal de Justiça do RN

O Conselho Regional de Economia-Corecon/RN e o Sindicato dos Economistas foram recebidos em audiência nesta terça( 24) no Tribunal de Justiça do RN, Concedida pelo novo Presidente do TJ Desembargador Expedito Ferreira de Souza, onde na ocasião foram tratados diversas parceiras e acordos operacionais que os Economistas Potiguares poderão vim a desenvolver em relação às perícias Judiciais, RPV’s e na atualizações de processos de URV’s, entre outros serviços, que os economistas filiados as suas entidades de classe poderão está prestando com o apoio do CORECON e Sindecon. A
Parceira deve se estender também ao interior do Estado e possivelmente envolver os estudantes de economia da UFRN e UERN, notadamente atuando no interior do Estado onde as comarcas são mais desprovidas de auxiliares.
Na ocasião ficou sinalizado que os Economistas irão desenvolver também , trabalho voluntário de Educação Financeira para os servidores do TJ, com vistas a melhor prepará-los para os desafios de uma boa Administração dos orçamentos familiares e estimula-los para a realização de poupanças em previdências privadas complementares para que uma futura e tranquila aposentadoria dos servidores da casa. O Presidente Expedito Ferreira estava acompanhado na ocasião dos assessores da Presidência os Doutores Juizes auxiliares João Eduardo Ribeiro e Valentina Helena Damaceno e pelo Corecon estiveram presentes o Presidente Ricardo Valério Menezes e pelo Sindecon o seu Presidente Sérgio Aragão e diretor RobsonPierre.
As referidas audiências fazem partes dos planos de trabalhos das entidades dos Economistas em busca de estreitamento e amplic

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Diretoria do SINDECON-RN e CORECON reune-se Chefe de Departamento do curso de Economia da UFRN Francisco Wellington

Diretoria do SINDECON-RN e CORECON reúne-se Chefe de Departamento do curso de Economia da UFRN Francisco Wellington, para conversa sobre estágio para estudante economia, assessoria financeira para os professores, curso de extensão, convênio.
Estavam presentes Presidente Sergio Aragão, Ricardo Valério, Diretores Flavio Kaue, Robespierre e a conselheira Suerda.

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Reunião realizada na sede do Tribunal Regional Federal, com o Juiz Federal Marcelo Bruno Diretor do Fórum

Reunião realizada no dia 12/01, na sete do Tribunal Regional Federal, com o Juiz Federal Marcelo Bruno Diretor do Fórum estavam presentes o Presidente do SINDECON-RN e Conselheiro Suplente do CORECON-RN Sergio Aragão, o Vice presidente do SINDECON-RN Airton Costa, o Diretor Financeiro Robespierre do O” e a Diretora Administrativa Maria Amelia.
Entre os assuntos tratados foram: A questão da pericia para o profissional de economia, estagio para estudante de economia e palestra sobre educação financeira.
O presidente do Sindicato e Conselheiro Suplente Sergio Aragão argumentou a necessidade de abertura, para o economistas a exemplo do trabalho que vem sendo realizado no Tribunal de Justiça do Estado do RN, onde os economistas estão trabalhando como peritos tendo realizado diversas pericias.
O Exmo Sr. Marcelo Bruno argumentou da necessidade de mais profissionais estarem disponíveis para realização de pericias se mostrando com muito interesse já que as varas federais necessitam de profissionais, acrescentou com a possibilidade de abertura de vagas para os estudantes de economia e que as palestra sobre educação financeira serão muito bem vindas para orientação dos servidores.
Aos economistas interessado em se inscrever na JUSTIÇA FEDERAL, para atuar como perito encaminho o site e o telefone de contato do responsável:
 
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O Presidente Sergio Aragão tomou posse como conselheiro no Conselho de Economia.

O Presidente Sergio Aragão tomou posse como conselheiro no Conselho de Economia.

Novos conselheiros da esquerda para direita: RAIMUNDO INÁCIO DA SILVA FILHO, Ricardo Valerio, LEOVIGILDO CAVALCANTI DE A. NETO, FRANCISCA SUERDA SOARES DE OLIVEIRA, Francisco de Assis, Marcos Frederico, Celso Arnaldo, HELDER CAVALCANTI VIEIRA Sergio Cunha de Aragão Mendes, Ivanaldo, Candido Gabriel.

 

SIND-LOGOWHATS

Plano de trabalho do SINDECON-RN para o ano de 2017, elaborado em 16/12, reunião da diretoria.

Clique aqui para Baixar o Plano de trabalho do SINDECON-RN para o ano de 2017, elaborado em 16/12, reunião da diretoria: Clique para BAIXAR

 

PLANO ANUAL DE TRABALHOPAT – 2017

 

SUMÁRIO_____________________________________________________ 2

APRESENTAÇÃO   _____________________________________________ 3

I–OBJETIVOS __________________________________________________ 4

II–ESTRATÉGIA ________________________________________________ 4

III-PROJETOS __________________________________________________5

PROJETO 1– Formação do Economista______________________________ 5

PROJETO 2– Dia do Economista___________________________________ 5

PROJETO 3– Formação de dirigentes sindicais________________________ 6

PROJETO 4 – O que faz o Economista_______________________________ 6

PROJETO 5 – Criação do site do SINDECON_________________________ 6

IV- ATIVIDADES ________________________________________________ 7

ATIVIDADE 1 – Ampliar a base sindical_______________________________7

ATIVIDADE 2 –Fortalecer o mercado de trabalho do economista ___________7

ATIVIDADE 3 –Mudanças nas legislações ____________________________ 7

ATIVIDADE4–Comunicação do SINDECON __________________________ 7

ATIVIDADE 5–Gestão Econômico-Financeira _________________________ 8

V–DIRIGENTES, CONSELHEIROS E DELEGADOS____________________ 8

VI- DISPONIBILIDADE ORÇAMENTÁRIA ____________________________ 9

VII– MATRIZ DE RESPONSABILIDADES ___________________________ 10

 

 

 

 

 

APRESENTAÇÃO

O Plano Anual de Trabalho do Sindicato dos Economistas do Estado do Rio Grande do Norte, para o ano de 2017 (PAT-2017) foi aprovado pela Assembleia Geral Ordinária, realizada no dia 16 de dezembro de 2016, com base na proposta elaborada pela Diretoria Executiva em cumprimento ao que dispõe o Estatuto do SINDECON-RN, e com a participação dos dirigentes eleitos para o período de 2015 – 2018. O PAT-2017 dá continuidade às propostas baseadas na reunião de planejamento realizada pela diretoria, que referendou as diretrizes estratégicas definidas anteriormente.

Na proposta definiu-se o objetivo maior do Sindicato dos Economistas do Estado do Rio Grande do Norte, em decorrência desta interpretação foram criados os balizadores estratégicos para o plano de ação de 2017/2018, a seguir definidos:

Negócio: Valorização e reconhecimento econômico e social dos economistas, frente às instituições públicas, privadas e a sociedade.

Missão: Contribuir para o fortalecimento do mercado de trabalho do economista no Rio Grande do Norte, na busca de melhores condições de empregabilidade e remuneração. Ai se inclui a participação em negociações salariais, acordos e dissídios coletivos. Apoiar iniciativas destinadas a atualizar e aperfeiçoar os economistas, além de prestar assistência legal para que se tornem agentes efetivos da promoção da prosperidade da sociedade norte rio-grandense.

Visão: Em 2017, o Sindicato deve ser entidade de referência para a categoria dos economistas acompanhado do Conselho de Economia.

Valores: Solidariedade, Espírito de Equipe, Transparência, Compromisso com a Instituição e Honestidade.

A Diretoria deste Sindicato parte do princípio de que precisa fortalecer a sua rede de parcerias institucionais, que possa ajudar, através de propósitos e ações comuns, a valorizar a atuação dos economistas na sociedade.

Conta-se fundamentalmente, com o Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte, para de forma conjunta ampliar a atuação do órgão classista, tornando o economista agente do desenvolvimento.

Alcançar os objetivos do Plano é de fundamental importância, sendo necessário que os responsáveis pelos Projetos e Atividades atuem articuladamente, devido à amplitude das ações a serem desenvolvidas, o que serve também para fortalecer cada vez mais o processo participativo da categoria nos destinos do Sindicato.

 

OBJETIVOS

Os objetivos estratégicos do Plano de Trabalho serão os seguintes:

  1. a) – Fortalecimento institucional do Sindicato, enquanto legítima entidade sindical de representação dos economistas do Estado do Rio Grande do Norte, ampliando os espaços nos quais já vem atuando e ocupando novos, ao mesmo tempo em que amplia o seu quadro social;
  2. b) – Valorização profissional dos economistas, através da execução de um conjunto de projetos e atividades que ajudem a viabilizar a realização de pesquisas, de cursos, preparação de candidatos a concursos, o acesso a informações técnico-científicas, debates, palestras, seminários e encontros, e a busca da melhoria da qualidade dos cursos de graduação do Rio Grande do Norte;
  3. c) – Defesa e ampliação do mercado de trabalho da categoria, através de iniciativas que contribuam para melhorar as condições gerais de emprego, remuneração, trabalho e ascensão profissional, com ações que garantam a liberdade do exercício da profissão, remuneração justa, reconhecimento profissional, num ambiente de solidariedade e responsabilidade ética entre os Economistas;
  4. d) – Preparação dos quadros dirigentes em cursos de formação e aperfeiçoamento para os atuais e futuros dirigentes do sistema, em convênio com a FENECON, CNPL, OIT, UGT e apoio de instituições de ensino e pesquisa e em conjunto com outras entidades sindicais de profissionais liberais.

ESTRATÉGIA

Para a execução do Plano, foi definida uma estratégia de trabalho que implicará na busca de parcerias institucionais das mais diversas ordens, além da ação integrada das entidades que constituem a Casa do Economista.

No âmbito da categoria, se privilegiará o trabalho conjunto com a FENECON e demais SINDECONS, bem como com a Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e sindicatos de outras categorias profissionais, com o propósito de realizar algumas iniciativas em prol da categoria.

Parcerias com órgãos públicos nas esferas federal, estadual, municipal e privada, aí incluídas as universidades, serão constituídas e fortalecidas as já existentes.

Com as instituições da sociedade civil, inclusive com entidades de ensino e pesquisa serão compartilhadas algumas ações concretas, com centros acadêmicos de economia.

A retomada dos espaços que já se ocupou, agregados aos novos que serão conquistados, será possível com a veiculação de informações, ideias e opiniõesde interesse dos economistas e da sociedade, através da página no Facebook e do site do SINDECON-RN e no portal da FENECON; de entrevistas dos dirigentes do Sindicato na mídia; da publicação de notícias e artigos sobre questões econômicas relevantes para a sociedade em geral, bem como a opinião do Sindicato sobre temas econômicos, trabalhistas e regionais de importância.

Afora isso, se continuará ampliando a base financeira do Sindicato e racionalizando seus gastos, intensificando o uso da informática e das modernas formas de comunicação.

PROJETOS

Durante o ano de 2017 será priorizada a execução de cinco projetos. Em princípio, os projetos serão iniciativas a serem executadas em prazo determinado, com coordenação própria, merecendo orçamento específico e recursos previamente aprovados, ainda que procedentes de múltiplas fontes de financiamento. Periodicamente os responsáveis por esses projetos farão relatórios de desempenho e, quando necessário, oferecerão propostas de correção de rumos e aperfeiçoamento.

 

PROJETO 1 – Formação do Economista

 

Colaborar com o CORECON-RN, com a Faculdade de Economia da UFRN e UERN com as entidades estudantis, no processo de melhoria do Curso de Graduação em Economia e PÓS GRADUAÇÃO, em respeito às diretrizes curriculares estabelecidas pela Resolução 04/2007 do Conselho Nacional de Educação.

Promover uma agenda de eventos periódicos tais como: seminários, workshops, painéis, cursos e palestras para a extensão da qualificação profissional dos economistas e dos estudantes de economia.

Coordenação: Diretoria de Comunicação Social.

PROJETO 2 – Mês do Economista

Executar a programação alusiva ao “Dia do Economista 2017”, com os eventos destinados aos economistas, estudantes de economia e a sociedade em geral.

Premiação: Classe Política, Empresas e Instituições.

Ações Sociais: Corrida Econômica, Festa do economista e o Encontro da mulher economista.

Palestras: Universidades, escolas e instituições

Nessa programação se fará a entrega do título de “Profissional Economista de 2017” ao profissional que se destacar no ano.

Coordenação: Diretoria Executiva

PROJETO 3 – Formação de dirigentes sindicais

Apoiar a formação e a atualização de dirigentes sindicais, através de treinamentos específicos, abrangendo especialmente a legislação e administração sindical, com apoio da FENECON, da CNPL e da UGT, de forma a ampliar e aperfeiçoar os trabalhos dos membros da Diretoria e demais lideranças da categoria.

Coordenação: Diretoria de Relações Socioeconômica e Sindical

PROJETO 4 – O que faz o Economista

Desenvolver uma campanha de divulgação sobre a formação e as habilidades profissionais do Economista, junto aos órgãos e empresas públicos e particulares, como forma de ampliar as oportunidades de trabalho, em conjunto com o FENECON, CORECONS, SINDECONS, Faculdades de Economia e outras entidades de classe, com uso dos mais variados recursos de mídia. A campanha também será feita junto aos alunos de curso médio e de ENEM.

Coordenação: Diretoria de Comunicação Social

PROJETO 5 – Criação do PROGRAMA SOBRE ECONOMIA NO YOUTUBE,

Através do site do Sindicato sem prejuízo da manutenção da página que o sindicato já tem no portal da FENECON, a exemplo de outros SINDECONS.

Coordenação: Diretoria Executiva

 

PROJETO 6 – Consumidor Consciente e Consumidor sem Dívida

Plantão dos endividados, parceira com a CDL, FECOMERCIO e Associação Comercial.

Coordenação: Diretoria Executiva

PROJETO 7 – Criação da Academia Norte Rio-grandense de Economia

Coordenação: Diretoria Executiva

PROJETO 8 – Economista Junior (Empresa Junior de Economia)

Coordenação: Diretoria de Comunicação Social

PROJETO 9 – Fortalecimento do Mercado de Trabalho do Economista

Ampliação do mercado de trabalho do economista

  • Projetos Econômicos e Financeiro;
  • Pericia;
  • E outras atividades a serem trabalhadas.

Coordenação: Diretoria Executiva

PROJETO 10 – Almoço palestra

Almoço com temas específicos de interesse da sociedade, será 01 almoço por bimestre.

Coordenação: Diretoria Executiva

 

Algumas outras atividades que serão desenvolvidas:

  • Legislação da profissão;
  • Editais, planos de trabalho, orçamento, convênios, eventos do SINDECON-RN;
  • Oportunidades de trabalho, inclusive concursos públicos e as exigências de conteúdo sobre economia em cada edital;
  • Artigos e eventos de interesse da categoria;
  • Disponibilidade de cursos de economia, particularmente RIO GRANDE DO NORTE, com informações quanto à grade curricular, projetos de pesquisa e extensão;
  • Atividades acadêmicas dos cursos de graduação e pós-graduação em Economia. Aqui seria basicamente a agenda mensal, como seminários, defesas de dissertação e tese, entre outros;
  • Caderno de Conjuntura;
  • Acompanhamento legislativo referente aos temas em andamento de interesse do movimento sindical e da profissão de economista;
  • Geração de guia avulsa de recolhimento da contribuição sindical;
  • Pedido de sindicalização, com base no aplicativo já disponível no site da SINDECON.

Coordenação: Diretorias de Comunicação e Relações Públicas e de Promoção Social, Técnica e Cultural.

ATIVIDADES

As atividades terão caráter permanente, algumas já incorporadas à rotina de trabalho do Sindicato e, em alguns casos, exigirão prévio orçamento, podendo contar com múltiplas fontes de financiamento e serão desenvolvidas basicamente pela Diretoria Executiva, ainda que, em alguns casos, conte com o apoio técnico profissional.

ATIVIDADE 1 – Ampliar a base sindical

Fortalecer e ampliar a base sindical do Sindicato, com o apoio do CORECON/RN, através de ações de convencimento da importância da sindicalização para o profissional.

Implantar representação sindical em, pelo menos, uma empresa/órgão público no Rio Grande do Norte, assim como iniciar os procedimentos para implantar pelo menos uma Delegacia Sindical no Estado em 2017.

Coordenação: Diretoria de Relações Sindicais.

ATIVIDADE 2 – Fortalecer o mercado de trabalho do economista

Ampliar o papel institucional do SINDECON junto aos poderes públicos, as empresas e organizações nacionais e regionais, em defesa dos direitos e dos interesses da categoria, e participar de eventos intersindicais, interprofissionais e de outros fóruns de interesse dos afiliados.

Participar de negociações salariais, acordos e dissídios coletivos.

Coordenação: Presidência e Diretoria de Relações Sindicais

ATIVIDADE 3 – Mudanças nas legislações

Acompanhar, divulgar, debater e se manifestar sobre as mudanças na legislação sindical, trabalhista e previdenciária, com apoio da CNPL, FENECON, UGT, OIT e outras entidades.

Apoiar, sugerir alteraçõesna aprovação do PLS-658 que visa atualizar a legislação regulamentadora da profissão de economista.

Coordenação: Diretoria Administrativo-Financeira.

ATIVIDADE 4 – Comunicação do SINDECON

Divulgar o posicionamento do SINDECON através da mídia, sobre questões de âmbito nacional, regional e estadual, sobretudo na área econômica.

Intensificar o uso da página do Facebook e do site do SINDECON-RN no portal da FENECON.

Aumentar a frequência do envio do “Material Informativo Eletrônico” do SINDECON-RN aos economistas.

Coordenação: Diretoria de Comunicação

ATIVIDADE 5 – Gestão econômico-financeira

Desenvolver projetos que possam ampliar as receitas do SINDECON-RN, entre eles a estruturação, disseminação e gestão do trabalho avulso.

Ampliar o sistema de cobrança da contribuição sindical anual.

Intensificar a campanha de sindicalização.

Atualizar e manter em dia o Cadastro de Sócios do SINDECON-RN.

Manter atualizado os dados cadastrais do SINDECON-RN junto à CNPL, FENECON, UGT, Ministério do Trabalho e Emprego, OIT, COFECON/CORECONS etc.

Garantir o apoio à execução das atividades dos demais diretores do Sindicato.

Responsabilidade: Presidência e Diretoria Administrativo-Financeira.

ATIVIDADE 5 – Gestão econômico-financeira

Desenvolver projetos que possam ampliar as receitas do SINDECON-RN, entre eles a estruturação, disseminação e gestão do trabalho avulso.

Ampliar o sistema de cobrança da contribuição sindical anual.

Intensificar a campanha de sindicalização.

Atualizar e manter em dia o Cadastro de Sócios do SINDECON-RN.

Manter atualizado os dados cadastrais do SINDECON-RN junto à CNPL, FENECON, UGT, Ministério do Trabalho e Emprego, OIT, COFECON/CORECONS etc.

Garantir o apoio à execução das atividades dos demais diretores do Sindicato.

Responsabilidade: Presidência e Diretoria Administrativo-Financeira.

DISPONIBILIDADE ORÇAMENTÁRIA

A assembleia geral, reunida no dia 16 de dezembro de 2016, aprovou o Orçamento para 2017 que estima uma Receita Total de R$ 7.000,00, 50% maior do previsto para 2016, e autoriza uma despesa total de igual valor.

Considera-se a estabilização da Receita de Contribuição Sindical (60% do valor pago, conforme a CLT), com uma previsão conservadora de que apenas 100 economistas do Rio Grande do Norte venham pagar essa contribuição. Esta rubrica representará 80% da receita total.

As Outras Receitas que deverão ser geradas com a realização de eventos por este sindicato representarão 20% do orçamento da receita.

As Despesas Gerais foram autorizadas no valor de R$ 6.800,00, representando

97,14% do valor orçado para 2016. Foi fixada uma verba de R$ 1.200,00 para aquisição de Bem de Capital (equipamento).

Contudo, a receita da Contribuição Sindical pode ser ampliada, desde que haja um aumento no emprego de economistas e uma divulgação sobre a importância da contribuição para o custeio das ações sindicais em prol da categoria. Afora isso a recobrança poderá resultar numa arrecadação extra.

 

 

Natal(RN), 16 de dezembro de 2016.

 

 

 

 

MATRIZ DE RESPONSABILIDADES

Diretoria Integrantes Projetos Atividades
1. Presidência 2 e 5
2.Diretoria  Administrativo-Financeira 3 e 5
3. Diretoria de Comunicação e Relações Públicas 4 4
5. Diretoria de Promoção Social, Técnica e Cultural. 1,2 e 5
6. Diretoria de Relações Sindicais 1 1 e 2
Projetos Diretoria Coordenação
1. Formação do Economista Diretoria Comunicação Social
2. Mês do Economista Diretoria Comunicação Social
3. Formação de Dirigentes Sindicais Diretoria de Relações Socioeconômicas e Sindical
4. O que faz o Economista Comunicação e Relações Públicas
5. Criação do site do SINDECON Promoção Social Técnica e Cultural
6. Consumidor Consciente é consumidor sem dívida
Atividades Diretoria Coordenação
1. Fortalecer e Ampliar a Base Sindical Relações Sindicais
2. Fortalecer o mercado de trabalho do economista Presidência

Relações Sindicais

 

 

3. Mudanças nas legislações Administrativo e Financeira
4. Comunicação do SINDECON Comunicação e Relações Públicas
5. Gestão Econômico-Financeira Presidência

Administrativo e Financeira

 

 

 

 

 

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Parceria TV Potengi e SINDECONRN

Reunião de Parceria para Programa de Debates & Entrevistas na TV Potengi, exclusivamente para os membros e representantes do SINDECONRN – Sindicato dos Economistas do Rio Grande do Norte.

Em 2017, TV Potengi vai disponibilizar em sua grade de programação programa que vai ajudar ao telespectador como equilibrar suas finanças. Programa com entrevistas com especialistas e a participação do público.
Agradecemos a parceria com a Status RH Promo e aos repórteres, cinegrafistas, técnica e o Nelson Ribeiro  pela confinça em nosso trabalho, TV Potengi Natal RN.
Fotografia Júnior Costa

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Econ. Robespierre do O’ concedendo entrevista neste momento na Sede do CORECON/RN à TV Universitária.

Tema da entrevista Educação financeira.